A obra do condomínio Jaguaribe Sul, localizada na Avenida Paralela, ocorre de forma irregular e ameaça prejudicar o abastecimento de energia na região. É o que denuncia a Ong ambientalista Germen, em nota. A edificação, segundo a entidade, fere a legislação ambiental 4.771/65 e a resolução do Conselho Nacional de Meio-Ambiente (Conama) 303/2002, que rege sobre construções em topos de morros. Segundo o texto da medida, não é permitido construir em encostas com inclinação superior a 45 graus, situação verificada na obra do condomínio. Além disto, o terreno corresponderia a uma Área de Proteção Permanente (APP). De acordo com a Ong, a obra põe em risco a integridade de postes de energia posicionados em frente ao limite da obra.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
OBRA IRREGULAR PODE CORTAR LUZ NA PARALELA
A obra do condomínio Jaguaribe Sul, localizada na Avenida Paralela, ocorre de forma irregular e ameaça prejudicar o abastecimento de energia na região. É o que denuncia a Ong ambientalista Germen, em nota. A edificação, segundo a entidade, fere a legislação ambiental 4.771/65 e a resolução do Conselho Nacional de Meio-Ambiente (Conama) 303/2002, que rege sobre construções em topos de morros. Segundo o texto da medida, não é permitido construir em encostas com inclinação superior a 45 graus, situação verificada na obra do condomínio. Além disto, o terreno corresponderia a uma Área de Proteção Permanente (APP). De acordo com a Ong, a obra põe em risco a integridade de postes de energia posicionados em frente ao limite da obra.
260 PESSOAS MORAM EM CASARÕES CONDENADOS
Em 38 dos 111 casarões com alto risco de desabar em Salvador que estão habitados, moram ao menos 260 pessoas. Em geral, os imóveis de valor histórico e arquitetônico apresentam infiltrações nas paredes e tetos, assoalhos apodrecidos, fiações elétricas expostas, fachadas danificadas com desprendimento de reboco, alvenarias comprometidas, ferragens expostas e oxidadas, além de rachaduras. Para o engenheiro da Defesa Civil municipal, Gilberto Campos, essas são evidências muito graves que apontam para riscos de desabamento. Mas também há outros indicadores do perigo, mas que precisam ser checados, a exemplo de portas empenadas, com dificuldade de fechar, ou inchadas por causa da água da chuva. Campos destaca que qualquer alteração na estrutura da casa, na parede ou no piso, exige mais atenção do residente, que deve chamar a Codesal imediatamente (199) para fazer uma avaliação. Informações do A Tarde.
AMIANTO PODE MATAR MAIS DE UM MILHÃO ATÉ 2030
specialistas em saúde pública alertam para um grande aumento no número de mortes nas próximas duas décadas devido ao uso do amianto pela indústria da construção civil. Mais de um milhão de pessoas podem morrer até 2030 devido a doenças ligadas à substância, segundo pesquisa. Com um consumo de amianto 50 vezes maior do que os Estados Unidos, o Brasil é o quinto maior consumidor do produto em uma lista liderada por China, Índia e Rússia. O amianto é uma fibra natural presente em minas. Barato e resistente ao calor e ao fogo, é misturado ao cimento para construção de telhas e pisos. No entanto, a substância, cujo uso é proibido ou restrito em 52 países, solta fragmentos microscópicos no ar que podem provocar diversas doenças pulmonares quando inaladas, inclusive alguns tipos de câncer.
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