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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Dilma passa por apuros e concede entrevista vexatória ao Jornal Nacional


Foram pouco mais de 15 minutos difíceis de enfrentar e de assistir. Em entrevista ao Jornal Nacional, ontem à noite, a presidente Dilma Rousseff (PT) teve que respirar fundo para não se descontrolar abertamente frente aos questionamentos incisivos dos apresentadores Willian Bonner e Patrícia Poeta. Dilma deve ter se surpreendido com a inquirição dura, especialmente de Bonner. Deve ter achado que, apesar de terem apertado os entrevistados anteriores – Aécio Neves, do PSDB, e Eduardo Campos, do PSB, que teve performance excelente no confronto, um dia antes de morrer -, os dois pegariam mais leve com ela pelo fato de ser presidente. E saiu-se mal. Muito mal. Por um motivo simples: Dilma não respondeu aos questionamentos que lhe foram dirigidos por Bonner a respeito de os petistas condenados pelo mensalão, aos quais o apresentador se referiu literalmente como corruptos, terem sido defendidos pelo PT, o partido da presidente. Como também evitou se pronunciar claramente frente à pergunta do apresentador sobre o quadro difícil vivido pela economia, com inflação alta e baixo crescimento. Bonner queria saber se atribuir os problemas econômicos nacionais à crise internacional não era fugir da responsabilidade de uma gestão petista que vai para o 12º ano. A presidente preferiu sair pela tangente, tergiversar. Ficou evidente, claro como água limpa, que tentava enrolar os apresentadores e, principalmente, os telespectadores. Foi horrível ver que Dilma não enfrenta as questões do país que dirige de frente e pelos quais, sim, é em grande parte responsável. Um exagero dizer que Dilma trocou as bolas, evidenciando sua prosaica dificuldade de expressão. Pelo contrário, agiu deliberadamente no sentido de tentar ocultar aquilo que se pode ver a olho nu e torna transparentes os fracassos de seu governo. Um vexame! (Por: Raul Monteiro – Política Livre)

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Consumo de carne de jumento em presídios e escolas vira polêmica no Nordeste


O excesso de jumentos nas estradas do Rio Grande do Norte levou a uma discussão na terça-feira (01) na Câmara do Rio Grande do Norte, a sugestão é que os animais sejam abatidos e a carne consumida, incluída no cardápio dos presídios e das escolas do estado. O ativista Kleber Jacinto, da ONG-DNA, já organiza um abaixo-assinado contra a ideia. As informações são de O Globo.
Segundo estimativas da Polícia Rodoviária Federal (PRF), 1.357 animais de grande porte foram apreendidos abandonados nas estradas do estado em 2012.
O promotor de justiça Sílvio Brito fez em março deste ano dois almoços com vários pratos com carne de jumento, buscando, segundo ele, quebrar a barreira cultural em relação ao consumo do alimento.
“Não existe nenhuma barreira legal que proíba o consumo de carne de jumento, o que existe é uma barreira cultural. Temos um animal que é considerado uma praga, que está completamente abandonado. O que queremos é devolver uma finalidade a ele, mostrando para as pessoas que não existe nenhum impedimento sanitário para o consumo”, defende Sílvio.
Mas, apesar de defender o abate, ele diz que a ideia de utilizar a carnes para o serviço público já não é mais considerada por ele. “Essa questão de incluir nos sistemas públicos foi uma das possibilidades pensadas anteriormente, mas hoje é totalmente descartada. Se a carne de jumento viesse a ser inserida no mercado, teria um valor muito alto, economicamente inviável para estas instituições públicas”, diz.
O projeto recebeu críticas de ambientalistas e outras instituições. A presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB-RN, Marise Costa, diz que os animais poderiam ser usados na prática de terapia  ocupacional com crianças e adultos que sofrem com problemas motores.
“A princípio somos contra a forma como está sendo feita o abate, que é muito cruel e constitui crime ambiental. Achamos importante promover um amplo debate sobre o assunto, já que uma cadeia produtiva deste tipo pode levar à extinção desta espécie de jumento nordestino, que tem um valor econômico e cultural para a população”, diz Marise. (Correio 24 Horas)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

O jovem Edcarlos Simões, natural de Cansanção, foi destaque do Programa do Ratinho desta sexta-feira (06). Edcarlos que reside em São Paulo e é casado há sete anos, teve um relacionamento extraconjugal com uma moça que conheceu através do Facebook, a amante que também é natural de Cansanção, acabou engravidando e procurou o Ratinho para fazer o exame de DNA. O jovem conseguiu o perdão da esposa, porém não escapou da paternidade. O clima ficou quente e como de costume houve um tremendo “Bafafá”, até o nome do cantor Acácio o Ferinha foi envolvido na encrenca pois o jovem falou que é primo distante do artista cansançãoense.

O jovem Edcarlos Simões, natural de Cansanção, foi destaque do Programa do Ratinho desta sexta-feira (06).
Edcarlos que reside em São Paulo e é casado há sete anos, teve um relacionamento extraconjugal com uma moça que conheceu através do Facebook, a amante que também é natural de Cansanção, acabou engravidando e procurou o Ratinho para fazer o exame de DNA. O jovem conseguiu o perdão da esposa, porém não escapou da paternidade.
O clima ficou quente e como de costume houve um tremendo “Bafafá”, até o nome do cantor Acácio o Ferinha foi envolvido na encrenca pois o jovem falou que é primo distante do artista cansançãoense.
Confira o vídeo abaixo!